DICA DE LEITURA: J. R. R. TOLKIEN – O SENHOR DA FANTASIA

By Anônimo - maio 19, 2021

 



Provavelmente o ilustre leitor já ouviu falar acerca de O Senhor dos Anéis, ou talvez de O Hobbit. Não querendo ser insistente, mas também nomes como Gandalf, Aragorn, Bilbo Bolseiro ou Frodo sejam familiares. Em última tentativa quem sabe já ouvira acerca de Anões, Elfos, Orcs, Ents ou quiçá sobre Magos e seus inúmeros poderes?

Bem, o que os referidos nomes têm em comum? Ambos foram criados ou desenvolvidos por Tolkien em sua epopeia mágica da Terra-Média, onde as referidas criaturas habitavam e guerreavam por seus interesses.

Tolkien é autor de inúmeras obras de ficção, entre as mais famosas podemos mencionar a trilogia do Senhor dos Anéis, O Hobbit, O Silmarillion, Mestre Gil de Ham, Os Filhos de Húrin, Sr. Bliss, e Beren e Lúthien. O escritor em questão está entre os que mais venderam livros na história da humanidade, sendo que O Senhor dos Anéis alcançou até 2007 a impressionante marca de 150 milhões de exemplares vendidos, seguido pelo O Hobbit com mais de 100 milhões de cópias.

A obra aqui sob sugestão (J R. R. Tolkien – O senhor da Fantasia de autoria de Michael White) não trará uma resenha detalhada ou panorama geral das principais obras do autor, perdão se frustrei algum leitor. Contudo, trará de forma sintética os principais acontecimentos e influências que o autor em comento teve em sua trajetória, uma vez que, trata-se de obra biográfica.

Importa citar aqui a necessidade de se conhecer o contexto histórico e influências que um autor recebeu em sua trajetória para que se possa interpretar mais corretamente os seus livros e poder com mais exatidão emitir qualquer parecer. À guisa de exemplo podemos citar um argumento recorrente na crítica literária: o Senhor dos Anéis retrata uma sociedade sem religião, portanto é obra anticristã.

Acerca da ponderação anterior, é possível afastá-la freneticamente ao conhecer um pouco da história do Autor, que era católico praticante e, em virtude de sua religiosidade apurada se afastou de inúmeros amigos que praticaram atos que ia contrariamente aos ensinos cristãos da época. Assim, não os parece que o mesmo autor cristão praticante iria produzir uma obra anticristã, o ilustre leitor percebe a incongruência?

Continuando, apesar de que não está explícito em O Senhor dos Anéis a religião, contudo, como inúmeras vezes reconheceu o próprio Tolkien, os ideais cristãos estão presentes, visto que há inúmeras passagens em que a humildade, a amizade, a justiça, a verdade, a solidariedade e lealdade se fazem presentes.

Apesar do exemplo ser simples, deixa escancarado os benefícios de se conhecer a vida do autor para posterior leitura e interpretação da sua obra.

Não posso me eximir de tecer alguns elogios a editora DARKSIDE pela belíssima obra publicada, com preço acessível, como o leitor pode constatar nas imagens logo abaixo!!!




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